ARQUITETURA EM TERRA: dormir melhor vem das paredes
No Gandum, a arquitetura não é só “bonita”. É funcional. E sente-se onde interessa mais: no sono.
Os quartos do Claustro foram construídos em taipa (terra compactada), um material tradicional que funciona incrivelmente bem no nosso clima. As paredes têm massa e inércia térmica. Isto traduz-se numa coisa simples: menos picos de temperatura e um ambiente mais estável ao longo do dia e da noite.
O benefício para si
Sono mais profundo: quando o quarto não oscila tanto entre quente/frio, o corpo relaxa melhor. Dorme-se de forma mais contínua.
Conforto natural: no verão, o quarto aguenta melhor o calor; no inverno, mantém melhor a temperatura. Sente-se “casa”, não “ar condicionado”.
Silêncio e sensação de abrigo: a taipa cria uma presença física e acústica diferente. Menos eco, mais calma.
Porque isto melhora o hotel (e a sua estadia)
Quando um edifício é naturalmente eficiente, precisa de menos correções mecânicas para ser confortável. Isso significa:
menos energia a ser gasta para manter o quarto agradável
menos ruído técnico
mais consistência na experiência, mesmo quando lá fora o tempo muda
É uma escolha que dá trabalho e exige rigor. Mas é exatamente por isso que vale a pena.
E o ambiente, claro
Construir com terra local e materiais de baixo impacto reduz a pegada da construção, sobretudo quando comparada com soluções muito cimentícias e intensivas. Mas aqui o ponto não é “parecer sustentável”. É ser um edifício que funciona melhor, durante décadas.
No fim, é isto: não é um conceito. É um quarto onde se dorme mesmo bem.