ARQUITETURA EM TERRA: dormir melhor vem das paredes

No Gandum, a arquitetura não é só “bonita”. É funcional. E sente-se onde interessa mais: no sono.

Os quartos do Claustro foram construídos em taipa (terra compactada), um material tradicional que funciona incrivelmente bem no nosso clima. As paredes têm massa e inércia térmica. Isto traduz-se numa coisa simples: menos picos de temperatura e um ambiente mais estável ao longo do dia e da noite.

O benefício para si

  • Sono mais profundo: quando o quarto não oscila tanto entre quente/frio, o corpo relaxa melhor. Dorme-se de forma mais contínua.

  • Conforto natural: no verão, o quarto aguenta melhor o calor; no inverno, mantém melhor a temperatura. Sente-se “casa”, não “ar condicionado”.

  • Silêncio e sensação de abrigo: a taipa cria uma presença física e acústica diferente. Menos eco, mais calma.

Porque isto melhora o hotel (e a sua estadia)

Quando um edifício é naturalmente eficiente, precisa de menos correções mecânicas para ser confortável. Isso significa:

  • menos energia a ser gasta para manter o quarto agradável

  • menos ruído técnico

  • mais consistência na experiência, mesmo quando lá fora o tempo muda

É uma escolha que dá trabalho e exige rigor. Mas é exatamente por isso que vale a pena.

E o ambiente, claro

Construir com terra local e materiais de baixo impacto reduz a pegada da construção, sobretudo quando comparada com soluções muito cimentícias e intensivas. Mas aqui o ponto não é “parecer sustentável”. É ser um edifício que funciona melhor, durante décadas.

No fim, é isto: não é um conceito. É um quarto onde se dorme mesmo bem.

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